Resenha do Livro Sapiens: Uma Breve História da Humanidade

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn

Compartilhe com uma pessoa agora e ajude-a com uma boa ideia!

Você está preparado para explodir a sua mente com a resenha do livro “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”?

Você quer entender o porquê e como nós, seres humanos, como a nossa espécie, Homo Sapiens, dominou esse planeta?

Você quer ter uma visão mais analítica da história, da humanidade, do mundo de hoje?

Esse é um dos grandes livros que eu recomendo que você leia, porque ele de fato muda a sua visão de mundo.

É um livro que foi aclamado pela crítica mundial com mais de 55 milhões de cópias vendidas, traduzido em mais de 45 idiomas e foi recomendado, nada mais nada menos que Barack Obama, Bill Gates, Richard Branson, Mike Zuckerberg, todas as grandes personalidades indicaram que você e eu leiamos esse livro. E é um livro incrível!

Meu nome é Aleno Oliveira, eu quero dar a você se torne um autodidata e aprenda coisas novas todos os dias.

Ao final do artigo, o vídeo com a resenha do livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade.

Então, vamos para estas dez grandes ideias.

1) As três Revoluções

E o livro vai estar dividido em três grandes partes, que seriam exatamente as três grandes revoluções pelas quais a humanidade passou, segundo Yuval Harari. E eu vou inclusive comentar no final qual seria a quarta evolução.

A primeira revolução seria a revolução cognitiva, há 70 mil anos, seguida pela revolução agrícola, há 10 mil anos e a revolução científica, há pouco mais de 300 anos. 

O que isso representou na humanidade? A revolução cognitiva foi quando nós passamos a aprender a realidade, a viver a realidade e a pensar de forma diferente dos outros animais. A revolução agrícola transformou a humanidade, que antes era de caçadores e coletores que viviam rondando o planeta terra, em tribos fixas.

E aí surgiram as primeiras civilizações à beira dos rios na Mesopotâmia, no Egito, naquela região da Europa, Ásia e África. Aquele berço da humanidade, da civilização moderna. 

E finalmente, a revolução científica, há 500 anos, quando passamos por uma verdadeira revolução com a tecnologia. A tecnologia que permitiu o crescimento exponencial da população, que permitiu que nós tivéssemos o mundo que nós temos hoje. E é tão difícil conceber o quão incrível é a tecnologia no mundo atual.

Pare para pensar: todo o Brasil foi construído em um pouco menos de 500 anos. Os primeiros colonos vieram em 1530. Isso, na história da humanidade, na história do tempo em si, 500 anos não é nada.

É incrível, inclusive, que nós nos desenvolvemos como população, como civilização nos últimos 20 anos. Pare para pensar que saímos de um tamagochi para um iPhone 10, para um computador em nossas mãos.

E essas três revoluções permitiram que nós, seres humanos, dominássemos o Planeta Terra. O Yuval Harari até comenta no livro que a terra passou a ser uma grande fazenda para nós, seres humanos. 

E se você analisar e pensar, de fato, tudo é “nosso” e está se tornando cada vez mais. 

Imagine como será a terra daqui a 100 anos, 200 anos, quando nós tivermos ocupado todo o território, inclusive o espaço.

2) Um animal sem significância

Daí vem a segunda grande ideia: como? Como nós, homo sapiens, uma espécie de primata, dominamos o planeta terra? E o Yuval Harari fala no primeiro capítulo, ele começa justamente como nós éramos um animal insignificante. Até 12 mil anos atrás, até a revolução agrícola, nós éramos mais uma espécie rondando o planeta terra. Ele inclusive menciona as tribos isoladas.

São tribos, são homo sapiens que vivem na floresta como qualquer outra tribo. Então, o que houve para que nós pudéssemos dar esse salto civilizatório? E analisando os outros animais, principalmente os grandes primatas, nós não somos tão diferentes. Na verdade, nós somos incomodamente muito parecidos.

Nós temos dois braços, duas pernas, um tronco, uma cabeça, nossos órgãos são muito semelhantes, com uma diferença de DNA de 1%. E de alguns outros animais, de 2 a 3%. Tanto que o Yuval Harari brinca que se fôssemos jogados em uma ilha deserta junto com um chimpanzé, é muito provável que o chimpanzé sobreviva e nós não. 

3) Cooperação Flexível

O que permitiu que a gente se organizasse? É a chamada cooperação flexível. Nós podemos cooperar, nos organizar em grandes números flexivelmente, por meio de histórias contadas. Daqui a pouco eu chego nesse conceito.

Veja bem: o que é a cooperação flexível? Outros animais também cooperam. Insetos, abelhas, eles conseguem viver em grandes colônias, mas eles não são flexíveis; eles são bastante rígidos. Você não vai ver uma abelha querendo fazer a revolução das abelhas vermelhas ou das abelhas bolcheviques. As abelhas, elas têm as estruturas delas que são rígidas.

Nós podemos mudar isso. Há um exemplo no livro que trata sobre um alemão que nasceu em 1900. Ele passou por várias realidades, todas criadas por mitos. Ele nasceu no império germânico, passou pela primeira guerra mundial, viu a Alemanha nazista, viu a Alemanha pós-nazista, passou pela Guerra Fria e, finalmente, viu a queda do muro de Berlim.

Essas realidades, essa cooperação flexível é totalmente criada por nós, humanos. Você não vai ver um chimpanzé dando uma palestra sobre bananas ou como os elefantes estão invadindo suas terras, nem verá um Castelão ou Maracanã cheio de chimpanzés torcendo pelo seu time. Seria uma verdadeira loucura que eles estivessem ali. Então o que permitiu essa cooperação flexível em larga escala?

sapiens breve história da humanidade

4. Imaginação – Criadores de Mitos e Histórias Fictícias

Nós chegamos na quarta grande ideia, que seria a criação de mitos. Nós vivemos uma realidade imaginária. Nós, seres humanos, somos capazes de falar de coisas que não existem. Os golfinhos, os chimpanzés, as baleias, elas podem falar de realidades objetivas. Olha: comida, um gavião.

Nós, seres humanos, também falamos: olha o céu azul, a maçã caindo. Mas também conseguimos falar de coisas que não existem. E essa possibilidade de falar de coisas que não existem está intrinsicamente ligada à nossa organização.

Quando várias pessoas compartilham uma mesma crença, essa crença se torna uma verdade intersubjetiva. É algo que as pessoas acreditam. Por exemplo, nós acreditamos no Estado Brasileiro, nós acreditamos nas Nações Unidas, nós acreditamos no dinheiro, nós acreditamos em diversas ficções que inventamos para nos organizar. Inclusive, você pode analisar a história da civilização também como a história das ficções, como surgiram os primeiros Estados.

E por que não também falar do mito mais incrível do mundo, que é compartilhado por todo mundo, que é o mito do dinheiro? O dinheiro é um pedaço de papel que não tem valor. Ou seja, nós atribuímos valores a ele e todos acreditam que aquele dinheiro tem valor. Você pode trocar dinheiro por um livro, por exemplo, ou por comida, vestuário ou qualquer coisa.

Imagine que eu, de repente, diga que esta folha de papel é um novo dinheiro que vale 100. Você não vai acreditar. Mas se eu criar uma comunidade. e eu e você vamos instituir um novo dinheiro e que nós passemos a comercializar coisas a partir dessa realidade que nós criamos, essa ficção, essa ficção vai começar a valer para nós.

Isso é tanto verdade que se eu pegar dinheiro de um país do interior da Ásia e der para você, pedindo: me dê esse livro que você está lendo agora em troca desse dinheiro aqui. Você vai dizer não, se você não puder trocar esse dinheiro por algo que você acredita.

5) Realidade Imaginada

E chegando na quinta ideia, vamos falar sobre a realidade imaginada. As muralhas de prisão, traduzidas livremente. Esta é uma das partes mais incríveis do livro, na minha opinião. Ele fala: “E como nós fazemos, então, para que as pessoas acreditem que esta ordem imaginada possa valer para todos?

Primeiro, você nunca admite que ela existe. Esta realidade imaginada vai estar encarnada na realidade: você não vai conseguir dissociá-la da sua realidade. É como se ela estivesse na forma como você vê o mundo, como se ela fizesse parte desta lente.

O segundo requisito para que esta realidade imaginada possa existir, uma segunda consequência dela, na verdade, é que ela vai moldar os nossos desejos. E eu achei isto de uma profundidade incrível. Por que ela vai moldar nossos desejos? Por exemplo, um faraó do Egito não sonhava em passar férias na Croácia ou na Grécia. Ele não sonhava em ter roupas de tal marca, não sonhava em morar em um lugar “x”, ele não sonhava em ir para o show de fulano. Ele não estava condicionado aos desejos às quais a nossa geração está condicionada. Ele queria uma pirâmide para ele. Eu quero uma pirâmide, é o desafio da minha vida, eu quero a eternidade porque é o que a minha cultura manda.

Por que isso é importante? Para nós vermos como a nossa realidade é impactada pelo meio em que nós vivemos, pela nossa cultura. Ainda mais hoje na Era da Internet, em que os desejos estão se comunalizando em todo o mundo. Muitos dos desejos dos americanos, dos europeus, estão passando para a gente por conta da internet, das grandes celebridades, das grandes marcas e tudo mais.

Nesta parte aqui do capítulo, ele fala da realidade objetiva, da realidade subjetiva e da realidade intersubjetiva, que é a realidade em que nós acreditamos, subconscientemente, que algo existe. Nós atribuímos valor a esta realidade e todas elas existem.

Por exemplo, uma empresa. Uma empresa é uma ficção jurídica, como um advogado diria. E eu achei este parágrafo incrível, em que ele falou no final: “O pior é que você não pode sair desta realidade imaginada. Nós estamos para sempre presos a elas”.

Embora a gente compreenda esta visão macro, nós criamos uma outra realidade imaginada. E ele fala aqui: “Quando nós quebramos esta muralha-prisão e corremos em direção a esta realidade, de fato, nós estamos correndo para uma prisão maior“. 

religião do consumismo livro sapiens resenha

6) A religião do consumismo

E a sexta grande ideia seria a religião do consumismo. O que é a religião do consumismo? Eu vou falando meus takeaways pessoais, eu quero que você tenha os seus também, que você pode compartilhar nos comentários no Youtube.

No final do livro, ele vai chegar à era das compras. Ele fala que o consumismo é a religião que deu certo. É a religião que todo mundo segue. E ele fala que a frugalidade, ou seja, você querer menos bens materiais, é condenável. Você, na verdade, tem de consumir. E eu gostaria de convidar você a rever seus hábitos de consumo, a rever todas as coisas que você precisa. Mais à frente, vamos falar sobre a origem do sofrimento.

Mas o que eu achei interessante nessa ideia da frugalidade, que é uma doença que merece ser curada, e da religião que deu certo é quando ele fala: “A maioria dos cristãos não são cristãos de verdade, não imitam Cristo. A maioria dos budistas não seguem Buda e a maioria dos confúcios não seguem as causas de Confúcio.

Pelo contrário, a maioria das pessoas hoje vive o ideal consumista capitalista”. Que sacada incrível. O que ele quis dizer com isso? Independentemente das religiões, a religião do consumismo, a religião de você querer coisas, ela é comum a toda a sociedade, principalmente a sociedade capitalista. Então, o takeaway dessa ideia é você realmente rever o que você QUER.

7) A origem do sofrimento humano

E a sétima grande ideia é a origem do sofrimento humano. No meio do livro, ele fala sobre as leis da natureza. O ser humano é um ser extremamente atormentado, sofrendo de ansiedade, frustrações, descontentamentos.

Parafraseando Freud em “Mal Estar da Civilização”, ele fala que o aparelho psíquico humano não foi programado para a felicidade. E ele fala aqui de Sidarta Gautama, que eu também achei um grande insight deste livro. Ele falou que o sofrimento nada mais é que experiências da mente de uma pessoa. Esse sofrimento é ocasionado por desejos, por coisas que você quer e por você querer e estar contaminado pela sua realidade, isto traz uma dessatisfação.

E a grande sacada é: o sofrimento vem dos hábitos mentais de uma pessoa. E qual o takeaway para você? É que você analise os seus cravings, o que você anda ansiando. Será que você não está sendo vítima de uma realidade imaginada, da religião do consumismo? E isso está te prejudicando e vai te levar a uma vida de insatisfação?

Eu também não estou pregando que você não deve ganhar dinheiro, ele até fala mais à frente que o dinheiro traz, sim, felicidade. Tem um estudo do Daniel Kahneman que até determinado ponto, existe uma correlação entre dinheiro e felicidade, por questões de você prover experiências, de você sair de uma ansiedade financeira e você ter que trabalhar para sobreviver. Sem falar também da bioquímica da felicidade, que é uma ideia que fica mais à frente também.

8) Ideias Culturais

E a oitava grande ideia desta resenha do livro Sapiens: Uma Breve História da Humanidade é o perigo das ideias culturais. Quais coisas nós estamos pregando como verdades? E por que isso é tão perigoso?

Veja bem: as mulheres só começaram a votar no Brasil há 84 anos, mais ou menos. 1932 a 1933. Em 1955, nos Estados Unidos, brancos e negros andavam apartados nos ônibus, até que houve o boicote de ônibus em Montgomery. Em 1955, na década de 50. Faz muito pouco tempo!

Nossos pais, seus pais, os meus, já estavam nascidos e as pessoas andavam separadas nos ônibus. O apartheid que ocorreu na África do Sul e até hoje as pessoas se explodindo em nome de ideais. E qual o perigo das ideias culturais? As ideias culturais podem fazer com que um indivíduo passe a vida vivendo por elas como verdades. E eles podem até morrer, mas as ideias ficarão. E o takeaway dessa ideia é que você se torne uma pessoa menos preconceituosa. Eu e você nos tornemos menos preconceituosos. O preconceito é inerente ao ser humano, é um viés conectivo ao qual estamos ligados. Mas por conta da nossa cultura, do meio em que vivemos, do software mental que rodamos e dessas ideias culturais, existem muitos preconceitos que estão encarnados aqui, na nossa frente.

E qual a ideia?

À medida em que você entende melhor como os seres humanos se organizam e como a sua mente funciona, você possa tentar reduzir um pouco esses preconceitos. 

9) Bioquímica da felicidade: Estamos mais felizes hoje?

A nona grande ideia seria a bioquímica da felicidade, em que o Yuval Harari dará algumas observações sobre o que é a felicidade. Afinal, antes, os seres humanos eram felizes também. Nós não passamos 200 mil anos infelizes.

O que ele prega, na verdade, é que talvez nós não estejamos tão mais felizes assim que nossos entes passados. E ele fala da questão da bioquímica da felicidade. A bioquímica da felicidade é que a maioria dos cientistas concordam que a razão pela qual eu e você estamos felizes ou não, em grande parte, depende de como nossos hormônios estão regulados. ele vai falar aqui sobre avanços científicos no sentido de descobrir alguma substância que nos aproxime de uma felicidade, também falando do Aldous Huxley, em que ele fala sobre o Admirável Mundo Novo. Não li ainda, mas li a manchete do livro, em que ele fala sobre uma sociedade em que há uma substância em que as pessoas se tornam felizes. 

10) Adeus, Homo Sapiens.

E finalmente, a décima grande ideia seria o adeus ao Homo Sapiens. Por que adeus ao Homo Sapiens? Porque nós estamos na era da engenharia genética, das inovações no ramo da medicina, que estão revolucionando. 

E talvez até passe a surgir uma nova espécie humana. Nós já contamos com alguns melhoramentos genéticos que podem fazer surgir, quem sabe, pessoas mais inteligentes, pessoas mais emocionalmente estáveis. Como nós vamos explorar o espaço?

Até o Carl Sagan falou no Cosmos, que é um documentário que eu recomendo muito que você assista, não só o do Carl Sagan mas também o do Neil Degrasse-Tyson, que talvez a espécie humana que vai explorar o sistema solar, a Via Láctea, não será uma espécie igual à nossa; será algo um pouco mais evoluído. 

Isso vai acontecer artificialmente. Eu até coloquei aqui no livro uma foto de um rato com uma orelha. Isso foi fruto de uma revolução tecnológica. Você pode ver congelamento de óvulos, você pode ver terapia genética. Imagine o que vai acontecer nos próximos anos. 

Daí, uma ideia bônus aqui seria qual seria a quarta revolução, que é justamente a revolução da internet. Veja o quanto nós evoluímos nos últimos 20 anos. 

E até vou puxar o livro “Tribo de Mentores” também, do Tim Ferriss, em que ele entrevistou o Yuval Harari, em que ele fala justamente do que vai acontecer daqui para a frente. Se a tecnologia evoluir assim, nós estamos no joelho da curva, em que a cada ano haverá uma nova revolução. E a realidade que conhecíamos desaparecerá daqui a 10 anos, daqui a 20 anos. Em 2050, como será a realidade?

É difícil imaginar isso. Vamos nos teletransportar para 1900 e eu diria para você: daqui a 100 anos, todos vão viajar para qualquer lugar do mundo, haverá smartphones, vamos para o espaço, vamos para Marte logo em seguida, eu vou poder falar com um aparelho deste tamanho e você poderá me ver em qualquer lugar do mundo.

Você vai falar: você está louco, não tem perigo de isso acontecer. Pois bem.

Imagine o que vai acontecer em 2050. Como vai ser daqui a 30 anos? É difícil conceber; a gente não sabe. Não sabemos nem o que vai acontecer próximo ano, qual a nova mídia social, a nova tecnologia, se hologramas vão surgir, se a realidade aumentada vai se popularizar e estar em toda a sua casa.

O que Yuval Harari coloca aqui como uma das habilidades mais importantes que você tem que aprender na sua vida? É aprender a aprender, desenvolver sua inteligência emocional e sua resiliência. 

Tornar-se um autodidata, é você estar pronto para se renovar e se reinventar durante a sua vida, principalmente nos próximos anos, em que o ciclo de inovações será mais incrível ainda. Imagine o que era o Uber, o que era o Airbnb, o que era agência digital há dez anos. Não existia. 

Conclusão

Espero tenha gostado desta resenha do livro Sapiens: Uma Breve História da Humanidade do autor Yuval Noah Harari.

Recomendo MUITO que você leia este livro.

Fica meu convite para você se inscrever no Youtube.

A missão do canal é que você se torne um autodidata. Que você aprenda a aprender, leia mais livros e expanda sua consciência, para que você consiga andar. 

Estes são os objetivos do curso Leitura Inteligente para Autodidatas, que eu gostaria que você se tornasse um autodidata, que você lesse e aprendesse coisas novas, que você aprendesse a ler livros, que você aprendesse mais de um idioma, que você desenvolvesse sua inteligência emocional, que você de fato se tornasse um ser humano que não fico só no bê-á-bá da escola.

Aprenda alto todo dia,

Aleno Oliveira.

PS: Caso queira aprender a ler livros de forma inteligente, leia o ebook Leitura Inteligente 2.0: Como Ler com Técnicas de Leitura e Aprendizado

Assistir à resenha em vídeo do livro Sapiens

Você também vai gostar de ler um destes Artigos: